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Requiem

Pessimista e negativo por natureza, cheio de energia e sempre stressado ou a correr de um lado para o outro. Tenho tendencia a tentar fazer tudo o que me interessa, o que me leva a deixar muitas coisas a meio. Apaixonado pelo Japao e tudo o que com ele esta relacionado.

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Um Estranho num Terra Estranha - Robert A. Heinlein

Young Samurai: The Way of the Warrior - Chirs Bradford

Zen e a Arte do Tiro com Arco - Eugen Herriger

28 de fevereiro de 2011
I wish...
...I didn't feel like this...

Uma solitariedade de Requiem
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6 de fevereiro de 2011
You Will Be Missed
24/12/1925 - 04/02/2011

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26 de janeiro de 2011
É Esperar...
É esperar, dizem eles, é ir aguardando, dizem eles, e entretanto nós vamos esperando...

Mas eu sou um gajo de números, um gajo de percentagens, um gajo de intervalos fechados, e não quero esperar sem saber quanto tempo tenho de esperar, sem saber as probabilidades do resultado, sem poder fazer nada.

Fale com ela, dizem eles, vá-lhe dando umas festinhas, dizem eles, que a sua voz é familiar, o seu toque conhecido, pode ser que ajude a ter alguma reacção, dizem eles...

Mas o que eles não sabem é que ela é surda que nem uma porta, mas eu vou falando, sentido-me parvo por estar a falar "sozinho" num quarto, e dou-lhe a mão, ela mexe-se mas não é para me apertar a mão, é apenas movimento, sem propósito aparente...

Vê lá se te despachas, que tens coisas para fazer "cá fora".

Quero fazer-te cócegas, ver-te refilar quando digo que te vou dar um gato, ver-te rir quando toda a gente ri, apesar de não teres percebido nada porque estás cada vez mais surda...

Quero ver o "filme" que vai ser convencer-te (sim, porque o meu lado teimoso veio de ti, de certeza) que estiveste "fora" uma série de dias...

Despacha-te que essas coisas não são para ti...

A ouvir: Caderneta de Cromos - Podcast

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13 de setembro de 2010
Sugestões ao Zoo de Lisboa
Aos senhores do Zoo que tão bem têm conseguido melhorar as condições dos animais e o espaço que há alguns anos estava em via de se perder.

Façam-me um favor. Nos vidros, onde colocaram (e bem) os aviso onde se pode ler "Não toque nos vidros por favor" sugiro que coloquem igualmente um bonequinho a exemplificar o que não se deve fazer. É que as crianças não sabem ler e pelo que testemunhei ontem os pais também não.

Outra sugestão é que adicionem o texto para "Meus atrasados mentais, não batam na porra do vidro" e talvez assim consigam atingir alguma da população que vos visita e que aparentemente não se sensibiliza com o "por favor".

Finalmente, caso nenhuma destas opções resulte, sugiro que não alimentem os animais durante um dia...quem sabe uma bela dentada num visitante mais atrevido faça maravilhas.

E lembrei-me agora de uma outra opção...que acham de criar um grupo de colaboradores, munidos de varas de marmeleiro, para açoitar quem não cumprir as regras que estão bem explícitas? Se precisarem de voluntários contem comigo...

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28 de junho de 2010
Coitadinha da BP


Diz o Publico que o derrame no Golfo do México já custou à BP 2.1 mil milhões de Euros.

Eu cá olho para as fotos do derrame e tenho cá uma pena deles que nem imaginam...

A ouvir: Nightwish - Ever Dream

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24 de junho de 2010
Onde é que este senhor esteve???
O artigo do Sr. João Pedro Barros no Público fez-me ficar a pensar que das duas uma. Ou o concerto no Porto foi muito diferente do de Lisboa ou o Sr. Barros se enganou no sítio e foi parar a um concerto totalmente diferente...

Ora então:

“Are you ready to rock and fucking roll?”, perguntava Slash ao público, ainda antes do primeiro acorde do concerto


Cá em Lisboa nitidamente não foi ele...e pelos comentários da malta do Porto, lá também não...

Para azar de Slash, os anos 80 já passaram e o que de mais inventivo se faz na música moderna segue o caminho oposto ao virtuosismo pelo virtuosismo


Ah pois passaram...mas o que o senhor não se apercebeu de certeza é que o Slash não faz música moderna...faz rock & roll.

recordar músicas dos Guns N’ Roses, recebidas com um entusiasmo incomparavelmente superior


Cá em Lisboa nem por isso, perto de mim até havia malta que não conhecia a Civil War...

As t-shirts de Scorpions e AC/DC, bem como de bandas mais recentes como os Tool, ajudam a caracterizar esse público


Então e as pessoas de camisa que nitidamente saíram do emprego para ir lá? E já agora Sr. Barros, os Tool foram formados nos anos 90...mas pronto...

Depois, houve as costumeiras “festinhas” ao público: a bandeira de Portugal foi agitada depois de Sweet Child o’mine e foi ainda mostrada uma camisola do FC Porto com o nome de Slash


Claro. É muito melhor quando uma banda não interage com o público. Cá em Lisboa deram-lhe uma bandeira do Brasil e o Myles Kennedy até teve a decência de dizer enquanto a guardava sem a mostrar muito..."sorry, it will get me killed". Para mim isto é profissionalismo e saber onde se está a tocar...

uma boa surpresa: uma versão de Communication breakdown, dos Led Zeppelin (impressionante a forma como Slash executou o solo por trás das costas). Talvez tenha sido esta a maneira encontrada pelo músico para justificar a desinspiração que revela no seu disco a solo, enquanto compositor: já não há riffs memoráveis no mercado, porque Jimmy Page, fundador dos lendários britânicos, já os inventou todos.


Mas isto saiu de onde? Oh Sr. Barros, esqueça lá o facto de nos últimos anos continuarem a surgir no "mercado" riffs brutais, memoráveis e originais...

Pensando melhor, o Sr. Barros devia estar chateado, porque deveria querer ir jantar a qualquer lado e obrigaram-no a ir fazer a cobertura do concerto...

A ouvir: Slash - Watch This

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Velhos são os trapos...
E este senhor provou-o ontem...



Se quiserem procurar estou algures ali na terceira fila ou coisa que o valha...

A ouvir: Slash - Sweet Child O'Mine (Cover)

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