Tu chamas-me e eu vou, tu pedes-me e eu dou-me, tu queres-me e eu ofereço-me, tu largas-me e eu não vôo, tu libertas-me e eu não saio.
Eu fico, eu espero, eu permaneço, um navio à deriva sem correntes que o levem, sem rochas que o naufraguem, sem porto que o abrigue.
Eu? Eu não sei quem sou, indefinido, vazio, imóvel.
A ouvir: Pain - Zombie Slam
Uma solitariedade de
Requiem
2
solitariedades alheias:
mik@
disse...
aih então... umas palmadas e acordas pra vida :)
lool :) beijinho bom fim de semana
2 de maio de 2008 às 14:17
Djinn
disse...
Nunca esqueças que és tu quem escreve a tua própria história, os caminhos que trilhas.
Tu...
E mais ninguém...
2 de maio de 2008 às 16:48