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Requiem

Pessimista e negativo por natureza, cheio de energia e sempre stressado ou a correr de um lado para o outro. Tenho tendencia a tentar fazer tudo o que me interessa, o que me leva a deixar muitas coisas a meio. Apaixonado pelo Japao e tudo o que com ele esta relacionado.

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4 de junho de 2008
鞘の中の勝ち
Quem me conhece ou vai lendo aqui as minhas coisitas já sabe com toda a certeza que tenho um fascínio especial pelo Japão.

E porque me apetece fica mais um pensamento nipónico.

鞘の中の勝ち significa literalmente algo como "vitória dentro da baínha (da espada)".

O meu desafio fica a quem quiser. Deixem um comentário com a vossa interpretação desta frase. Como qualquer pensamento Zen não existem respostas erradas. Eu tenho a minha interpretação, queria ouvir as vossas (amanhã eu partilho a minha).

A ouvir: Black Eyed Peas - Ba Bump
Uma solitariedade de Requiem
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20 solitariedades alheias:

Sadeek disse...

Bonito desafio, sim senhor! Esta frase quererá então dizer, no meu entender, que nem todas as "guerras" se ganham com o uso da "força"...

Abraço

4 de junho de 2008 às 12:03
Requiem disse...

Sadeek: É uma das interpretações sim senhor. Absolutamente correcta do teu ponto de vista. A minha interpretação é diferente neste momento (talvez devido à prática das artes marciais) mas a minha intepretação inicial foi igualmente essa.

4 de junho de 2008 às 12:09
Velvet Rose disse...

A vitoria que se guarda, que se tem mas não se mostra que é inteligente e assertiva, eficaz no momento certo mas nunca apregoada!!

beijinhos

4 de junho de 2008 às 12:24
Requiem disse...

Velvet Rose: Ora aí está uma interpretação que ainda não me tinha passado pela cabeça. Mas gostei, vou dedicar-lhe algum tempo quando puder para "descascar" esse modo de ver as coisas.

Obrigado pela participação.

4 de junho de 2008 às 12:27
crissy disse...

para mim - vitória sem puxar da arma - ou ganhar a batalha mesmo antes de puxar da arma - e já gora - amigo, insecticida no quarto quando se vai dormir??? Mais vale dizer que não me gramas!! :o(
Beijoca

4 de junho de 2008 às 12:38
Requiem disse...

Crissy: Como já respondi lá no teu estaminé há insecticidas "respiráveis". Quanto à interpretação, posso dizer que a segunda hipótese é a minha interpretação actual.

4 de junho de 2008 às 12:41
Bombocaa disse...

Os samurais

os samurais subiam às cerejeiras
penduravam-se nos ramos
até darem flor
esmagavam as cerejas como quem quebra nozes
no dorso da mão
e besuntavam o corpo com o suco da polpa
para ficarem mais próximos do sangue

depois
cuspiam os caroços até perfurarem a carne
no sentido do coração

é bom saber que o ritual permanece vivo
que os poetas continuam a descer à página
para aí
esmagarem poemas
como quem amassa frutos

é bom saber que as folhas afiadas de versos
ainda nos podem lavrar o sangue
no sentido do coração

Henrique Manuel Bento Fialho
para ti...kissinho

4 de junho de 2008 às 12:45
Requiem disse...

Bombocaa: Bonito, e no entanto totalmente fora de tópico. :D

No entanto parabens, segundo o espirito Zen o que interessa não é a resposta, é o caminho que a ela leva. O teu foi apenas diferente do da maioria.

4 de junho de 2008 às 12:49
crissy disse...

Pronto - tives-te a vitória dentro da bainha! lol - Já te linkei no meu "estaminé"! Bom almoço!

4 de junho de 2008 às 12:50
mik@ disse...

a vitoria está sempre lá... depende de nós tira-la ou nao.
é o melhor que consigo dizer devido ao mricrobedo que me assolou. quero sollllllll

4 de junho de 2008 às 13:17
Anita :) disse...

cucu:))
antes de mais obrigada pela tua visita lá ao cantinho e, pelos simpáticos comentários;))
Quanto ao teu desafio, eu interpreto esta frase da seguinte forma:

Há batalhas que são mais facilmente vencidas com o uso da mente do que com o recurso à "espada" (força) :)

beijinhos

4 de junho de 2008 às 13:35
Requiem disse...

mik@: Acho que o "bicho" te fez bem, pois gostei da tua interpretação.

Anita: Como disse ao Sadeek, concordo, aliás foi a minha primeira interpretação.

Obrigado pela participação.

4 de junho de 2008 às 14:20
Bombocaa disse...

Note-se...eu nem sequer li o post...
ahahah
vi esse poema e vim deixar-to
Nada tem a ver com a resposta ou possivel resposta
ahahahaha

4 de junho de 2008 às 14:28
Djinn disse...

Muito já foi dito, esta é apenas a minha interpretação pessoal.
Saya no uchi no kachi, reflecte para mim enquanto praticante de iaido o verdadeiro espírito do guerreiro/praticante.
A batalha interior que cada um de nós trava no sentido de se superar, de melhorar, de se aperfeiçoar e acima de tudo de encontrar o equilíbrio que permite vencer qualquer desafio sem ser necessário o confronto.
A vitória sobre si mesmo antes de o ser sobre os outros...

4 de junho de 2008 às 15:01
Requiem disse...

Djinn: Tu não podes participar! Era só para quem não conhecia a frase. :P :P :P

Very well little grasshopper!

4 de junho de 2008 às 15:07
Djinn disse...

Não vi lá nenhuma restrição...:P:P:P
ora essa!!!!

4 de junho de 2008 às 15:10
jmmtc disse...

ou "Conhece-te a ti próprio" e não precisarás de espadas...

4 de junho de 2008 às 15:14
Requiem disse...

Djinn: Estava implicito! Iaidokas não podem participar nestas coisas :P :P :P

jmmtc: Muito bom ver-te por cá. Gostei da tua leitura.

Todos: Estou a ver que temos pessoal a pensar, estou a gostar de ver. A proxima vai ser mais dificil.

4 de junho de 2008 às 15:22
Djinn disse...

Quanto mais difícil maior o desafio, fico à espera...:P:P:P:P

4 de junho de 2008 às 15:27
Requiem disse...

Tal como prometido cá vai a minha interpretação.

Saya no uchi no kachi tem para mim o significado de que ao partir para qualquer acção o devemos fazer como se já a tivessemos terminado com sucesso. Nada deverá ser feito "só porque sim". Quando o corpo inicia uma acção deverá iniciá-la num estado em que a mente já a terminou e foi bem sucedida.

Num aspecto marcial ao iniciar um combate já o deveremos ter vencido no nosso espirito, num aspecto social/pessoal, ao iniciarmos qualquer acção, seja ela qual for, devermos fazê-lo com a determinação de que iremos ter sucesso. Não o fazer é mais do que meio caminho andado para que falhemos.

5 de junho de 2008 às 16:39
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