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Requiem

Pessimista e negativo por natureza, cheio de energia e sempre stressado ou a correr de um lado para o outro. Tenho tendencia a tentar fazer tudo o que me interessa, o que me leva a deixar muitas coisas a meio. Apaixonado pelo Japao e tudo o que com ele esta relacionado.

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9 de julho de 2008
Janta Blogueira - IV
Como tiveram oportunidade de ver no último episodio todo o meu esforço no sentido de arruinar o jantar comportando-me naturalmente (leia-se arrotar, coçar-me e tirar cera dos ouvidos) foi desnecessário. Pior do que a coisa já estava não ia ficar.

Ouvi por aí uns comentários acerca dos piropos que a componente feminina ouviu por parte dos labregos, quer dizer, por parte dos convidados do casamento. Não disse nada porque não me fizeram nenhum a mim. Não tem nada a ver com ser invejoso. É apenas a dificuldade em acreditar que alguem tenha tido direito a piropos se eu não tive. Mas parece que afinal houve mesmo, e dos bons. Acho que é o sonho de qualquer mulher ouvir "oh boa, oh boa" com sotaque francês. Amanhã ao almoço vou experimentar...

Mas voltando às prendinhas, e agora roam-se de inveja os que não foram, a nossa querida NI levou umas prendinhas para a malta, personalizadas e tudo. O que foi? Não digo! Mas eram muito giras. E tivemos direito a certificado de participação (pelo rumo que o jantar levou acho que serve igualmente de certificado de insanidade). A nossa Tininha tambem teve a boa vontade de levar uma lembrança para cada um de nós, mas tambem não vou revelar o que era (assim pode ser que sejamos mais a sofrer no proximo jantar).

Terminado o jantar e para grande pena minha tivemos de abandonar o nosso trovador brasuca e o seu pianinho amestrado para arrancar para o tal bar onde iriamos passar o resto da noite.

Estão a ver os comentários da Cristina? Os tais em que ela dizia que dava para ir a pé do restaurante até ao bar? Realmente dava, mas no mesmo sentido em que dava perfeitamente para atravessar o Tejo a nado aqui em Lisboa. A moça deve ter uma costela alentejana porque aquilo era longe para caraças.

Quando chegámos tivemos mais uma (das muito poucas) surpresa agradável. O consumo mínimo era de 1 euro. Ah...e havia gin tonico! E do bom!

Mas como nem tudo são rosas era noite dos DJs, se bem que por muito que me esforçasse (e até bebi uns copos valentes) eu só consegui ver um, mas se calhar era defeito meu.

A coisa começou logo bem. Estávamos num sítio onde não se podia dançar, mas a musica estava tão alta que tambem não se conseguia conversar, pelo que ficámos todos ali sossegadinhos a olhar uns para os outros até que finalmente decidimos que o melhor era ignorar os possiveis danos nas cordas vocais e desatar aos berros.

E pedir as bebidas? Uma aventura. Eu tentei pedir um gin tonico com Bombay (uma marca de gin que até estava presente no cardápio) mas desisti ao fim da sétima tentativa, ficando-me por pedir apenas um gin tonico. Houve quem pedisse um vodka laranja que miraculosamente se transformou num vodka pessego e mais tarde teve nova metamorfose para vodka tutti frutti (coisas estranhas as que acontecem por ali).

E amanhã ha mais...com a continuação da saga do bar e o "day after"
Uma solitariedade de Requiem
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9 solitariedades alheias:

SílviA disse...

Inadmissivel nao ter Bombay.lol.

10 de julho de 2008 às 00:31
Requiem disse...

Tinha...a mocinha é que era nhurra... :) :) :)

Amanhã saberás mais detalhes sobre a saga do Bombay ;)

10 de julho de 2008 às 00:33
Joaninha disse...

Está a correr muito bem, e até agora nem fizeste muita asneira :)

10 de julho de 2008 às 10:44
NI disse...

Requiem, da forma como os convivas do casamento estavam peso que eles já não distinguiam as mulheres dos homens, mas enfim...

Quanto às prendinhas, meu anjinho, espero que tenhas gostado.

Finalmente, quanto às bebidas, tivesses pedido cacique run. Estava bom e não foi preciso estar vários minutos a convencer a menina. Cá para mim as tuas intenções eram outras (se fosse um gajo jeitoso a atender os pedidos eu provavelmente estaria vários minutos a fazer perguntas).

:-)))

10 de julho de 2008 às 10:52
Anónimo disse...

Não foi um casamento gay?

Não teria sido o primeiro a que aparecerias sem ser convidado....

Um abraço

J.N.

10 de julho de 2008 às 11:11
Djinn disse...

Pois eu bem vi a menina a tentar decifrar o teu pedido :P com aquele olhar critico, pensando «mas q raio quer este gajo, não podia fazer um pedido normal»?

ehhhhhhhhhhhhhh

10 de julho de 2008 às 11:42
Cristina disse...

Nahhhh... meu amigos, vejo-me mais do que forçada a concordar com o Requiem: a menina era nhurra!!

Eu pedi vodka laranja... o Mtheman pediu vodka laranja... LA-RAN-JA!!! A menina trouxe dois meios copos de vodka pêssego... . E, de repente, trouxeram-nos dois copos cheios de qualquer coisa com cor de tutti-fruti!! Hummm... suspeito!

10 de julho de 2008 às 12:12
mtheman disse...

nhurra é um eufemismo bonito para descrever a menina :)

10 de julho de 2008 às 13:30
Djinn disse...

Eh eh eh eh pelo menos smirnoff havia...valha-me isso!!

Quanto à troca a moça era fruto-disléxica...é capaz de não saber o que é laranja! :P:P

10 de julho de 2008 às 14:28
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