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Requiem

Pessimista e negativo por natureza, cheio de energia e sempre stressado ou a correr de um lado para o outro. Tenho tendencia a tentar fazer tudo o que me interessa, o que me leva a deixar muitas coisas a meio. Apaixonado pelo Japao e tudo o que com ele esta relacionado.

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14 de agosto de 2008
Vai dar sangue
Que me desculpe quem esteve na última janta blogueira e já ouviu esta, mas hoje lembrei-me de partilhar o que me aconteceu quando decidi ser uma boa pessoa e dar sangue (e um dos motivos porque decidi deixar de ser boa pessoa).

A avó de uma colega minha ia ser operada e no hospital tinham pedido para reunir o máximo de pessoas possível para darem sangue de modo a repor o que possivelmente iria ser usado na cirurgia.

Eu como na altura era bom moço decidi que podia colaborar, afinal até já tinha ultrapassado aquele limite de peso que me tinha impossibilitado de o fazer no passado. Portanto armado de bastante coragem (detesto agulhas) lá fui dar sangue.

Lá preenchi a papelada necessária, fiz os testes preliminares, mediram-me, pesaram-me e tudo o que tinha direito.

Mas antes do acto e dar sangue propriamente tinha de passar por uma pequena entrevista com a médica/enfermeira. Até aqui tudo bem, eu nem tinha nada a esconder...

Começa a entrevista...

Primeiras perguntas muito inocentes, sobre a minha pessoa, profissão, tipo de vida...o costume.

Depois é que a coisa começou a chiar mais fino. Não sei se a senhora fazia aquilo com toda a gente ou se por algum motivo lhe despertei a libido. A verdade é que quando foi a altura de falar de comportamentos de risco a senhora despachou muito depressa a parte das drogas e passou a focar-se muito profundamente na minha vida sexual. Acho que só faltou perguntar quantas conseguia dar seguidas e qual a posição favorita, de resto correu tudo, com muito detalhe. Tanto que até eu que não sou dessas coisas comecei a ficar um bocadito embaraçado (ela parecia levemente excitada, mas se calhar era impressão minha).

E pronto, para terminar a entrevista, quando eu já esperava um bilhete com o número de telefone dela, sai-se com esta: "e visitou algum país tropical ou africano recentemente?"

Eu tinha regressado da Tunísia há coisa de 2 semanas...resultado, não pude dar sangue, mas juro que estive para perguntar se não podia ter falado das viagens antes das quecas!

Nunca mais fui tentar dar sangue (eu sei que devia), mas se for garanto que ao entrar digo logo "antes do sexo faça as outras perguntas todas, se faz favor".

A ouvir: Nightwish - Kuolema Tekee Taiteilijan
Uma solitariedade de Requiem
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9 solitariedades alheias:

mtheman disse...

tás desculpado...

14 de agosto de 2008 às 17:15
Requiem disse...

Obrigadinho...

14 de agosto de 2008 às 17:15
NI disse...

Só não te desculpo o atraso.

Estava a ver que nunca mais publicavas um post sobre uma das grandes da noite.

Ok, como gosto de ti, desta vez estás desculpado.
:-)

Bjs

14 de agosto de 2008 às 23:20
Cristina disse...

Hahahahaha... juro por tudo quanto há de mais sagrado que NUNCA me vou fartar desta história. É sem dúvida a melhor do ano!! :)

15 de agosto de 2008 às 16:06
Requiem disse...

Se vocês tivessem passado por ela já não achavam tanta piadinha! ;)

17 de agosto de 2008 às 22:49
Abobrinha disse...

E era jeitosa ao menos?

Eu devo ter cara de santinha: nunca ninguém me fez perguntas dessas! Acho que vou passar a dar sangue aí para os teus lados, para dar azo à minha imaginação!

18 de agosto de 2008 às 09:29
Requiem disse...

Tem piada que não me lembro...acho que a certa altura ficou tão surreal que deixei de me aperceber dessas coisas.

18 de agosto de 2008 às 09:41
GATA disse...

Hummm... já dei sangue várias vezes e nunca foram indiscretos comigo! Claro que fazem as perguntas da praze mas nunca entram em detalhes! Cá para mim, a senhora estava a fazer-se a ti... :-)

18 de agosto de 2008 às 10:02
Requiem disse...

Olha que se estava esqueceu-se da parte importante...dar-me o número de telemóvel.

18 de agosto de 2008 às 10:03
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