Quem sou eu?
A minha fotografia
Requiem

Pessimista e negativo por natureza, cheio de energia e sempre stressado ou a correr de um lado para o outro. Tenho tendencia a tentar fazer tudo o que me interessa, o que me leva a deixar muitas coisas a meio. Apaixonado pelo Japao e tudo o que com ele esta relacionado.

Ver o meu perfil completo
Etiquetas
Avulso (232)
Blogs (53)
Google (12)
Leituras (28)
MP3 (38)
Parvoeiras (307)
Pensamentos (122)
Refilanços (139)
Solitariedades passadas
Free Twitter buttons from languageisavirus.com


Stalkers

A ler
A ler
Na lista de espera
A Arte da Guerra - Sun Tzu

A Conspiração - Dan Brown

A Fórmula de Deus - José Rodrigues dos Santos

A Rapariga que Inventou um Sonho - Haruki Murakami

A Senhora das Especiarias - Chitra Beneju Divakaruni

A Vida de Pi - Yann Martel

Eclipse - Stephenie Meyer

Fernão Mendes Pinto no Japão - Wenceslau de Moraes

Geisha - Liza Dalby

Kimono - Liza Dalby

O Culto do Chá - Wenceslau de Moraes

O Código D'Avintes - Vários Autores

O Direito a Ser Canhoto - Manuel Coelho dos Santos

O Disco de Jade/Os Cavalos Celestes - José Frèches

O Nome da Rosa - Umberto Eco

O Principezinho - Antoine de Saint-Exupéry

O Zen na Arte de Conduzir a Espada - Reinhard Kammer

Olhos Azuis - Jermos Charyn

Sandworms of Dune - Brian Herbert, Kevin J. Anderson

Selected Tales - Edgar Allan Poe

Spirits of the Dead: Tales and Poems - Edgar Allan Poe

The Children of Húrin - J. R. R. Tolkien

The Last Kingdom - Bernard Cornwell

Um Estranho num Terra Estranha - Robert A. Heinlein

Young Samurai: The Way of the Warrior - Chirs Bradford

Zen e a Arte do Tiro com Arco - Eugen Herriger

31 de outubro de 2008
Sólo le pido a Dios
Aposto que a maior parte de vocês conhece esta música:



O que aposto que não sabiam é que não é um original. É uma tradução disto:



Se eu acreditasse em Deus acho que pedia o mesmo...

Sólo le pido a Dios
que el dolor no me sea indiferente,
que la reseca muerte no me encuentre
vacío y solo sin haber hecho lo suficiente.

Sólo le pido a Dios
que lo injusto no me sea indiferente,
que no me abofeteen la otra mejilla
después que una garra me arañó esta suerte.

Sólo le pido a Dios
que la guerra no me sea indiferente,
es un monstruo grande y pisa fuerte
toda la pobre inocencia de la gente.

Sólo le pido a Dios
que el engaño no me sea indiferente
si un traidor puede más que unos cuantos,
que esos cuantos no lo olviden fácilmente.

Sólo le pido a Dios
que el futuro no me sea indiferente,
desahuciado está el que tiene que marchar
a vivir una cultura diferente.

León Gieco


Visita também o meu outro estaminé.
Uma solitariedade de Requiem
Etiquetas:
7 solitariedades alheias:

mik@ disse...

nao fazia ideia...
fogo nada a ver as versões :)
bjos

31 de outubro de 2008 às 13:21
Requiem disse...

Sempre a aprender, sempre a aprender ;)

31 de outubro de 2008 às 13:23
O pensador disse...

A versão dos Outlandish não me disse muito, mas a do Léon Gieco foi arrebatadora!
Nada a ver, mesmo!

Gostei.

Abs

31 de outubro de 2008 às 14:21
cereja de marte disse...

por acaso já :(

31 de outubro de 2008 às 17:14
NI disse...

Já conhecia a versão orginal. O problema é que sempre que vejo o video me sinto uma inútil e impotente.

:-(

31 de outubro de 2008 às 21:48
Djinn disse...

Fiquei fã logo quando ma mandaste...muito boa mesmo.

31 de outubro de 2008 às 23:08
aoutrarua@gmail.com disse...

Não conhecia nenhuma das versões, a letra já tinha lido uma parte, mas nunca na íntegra. Diz-me muito.
"Sólo de pido a Dios de tener corazón suficiente", acrescento.

1 de novembro de 2008 às 00:49
Enviar um comentário

Mensagem mais recente
Mensagem antiga
Página inicial
Subscrever: Enviar comentários (Atom)