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Requiem

Pessimista e negativo por natureza, cheio de energia e sempre stressado ou a correr de um lado para o outro. Tenho tendencia a tentar fazer tudo o que me interessa, o que me leva a deixar muitas coisas a meio. Apaixonado pelo Japao e tudo o que com ele esta relacionado.

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24 de junho de 2010
Onde é que este senhor esteve???
O artigo do Sr. João Pedro Barros no Público fez-me ficar a pensar que das duas uma. Ou o concerto no Porto foi muito diferente do de Lisboa ou o Sr. Barros se enganou no sítio e foi parar a um concerto totalmente diferente...

Ora então:

“Are you ready to rock and fucking roll?”, perguntava Slash ao público, ainda antes do primeiro acorde do concerto


Cá em Lisboa nitidamente não foi ele...e pelos comentários da malta do Porto, lá também não...

Para azar de Slash, os anos 80 já passaram e o que de mais inventivo se faz na música moderna segue o caminho oposto ao virtuosismo pelo virtuosismo


Ah pois passaram...mas o que o senhor não se apercebeu de certeza é que o Slash não faz música moderna...faz rock & roll.

recordar músicas dos Guns N’ Roses, recebidas com um entusiasmo incomparavelmente superior


Cá em Lisboa nem por isso, perto de mim até havia malta que não conhecia a Civil War...

As t-shirts de Scorpions e AC/DC, bem como de bandas mais recentes como os Tool, ajudam a caracterizar esse público


Então e as pessoas de camisa que nitidamente saíram do emprego para ir lá? E já agora Sr. Barros, os Tool foram formados nos anos 90...mas pronto...

Depois, houve as costumeiras “festinhas” ao público: a bandeira de Portugal foi agitada depois de Sweet Child o’mine e foi ainda mostrada uma camisola do FC Porto com o nome de Slash


Claro. É muito melhor quando uma banda não interage com o público. Cá em Lisboa deram-lhe uma bandeira do Brasil e o Myles Kennedy até teve a decência de dizer enquanto a guardava sem a mostrar muito..."sorry, it will get me killed". Para mim isto é profissionalismo e saber onde se está a tocar...

uma boa surpresa: uma versão de Communication breakdown, dos Led Zeppelin (impressionante a forma como Slash executou o solo por trás das costas). Talvez tenha sido esta a maneira encontrada pelo músico para justificar a desinspiração que revela no seu disco a solo, enquanto compositor: já não há riffs memoráveis no mercado, porque Jimmy Page, fundador dos lendários britânicos, já os inventou todos.


Mas isto saiu de onde? Oh Sr. Barros, esqueça lá o facto de nos últimos anos continuarem a surgir no "mercado" riffs brutais, memoráveis e originais...

Pensando melhor, o Sr. Barros devia estar chateado, porque deveria querer ir jantar a qualquer lado e obrigaram-no a ir fazer a cobertura do concerto...

A ouvir: Slash - Watch This

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Uma solitariedade de Requiem
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