
“Are you ready to rock and fucking roll?”, perguntava Slash ao público, ainda antes do primeiro acorde do concerto
Para azar de Slash, os anos 80 já passaram e o que de mais inventivo se faz na música moderna segue o caminho oposto ao virtuosismo pelo virtuosismo
recordar músicas dos Guns N’ Roses, recebidas com um entusiasmo incomparavelmente superior
As t-shirts de Scorpions e AC/DC, bem como de bandas mais recentes como os Tool, ajudam a caracterizar esse público
Depois, houve as costumeiras “festinhas” ao público: a bandeira de Portugal foi agitada depois de Sweet Child o’mine e foi ainda mostrada uma camisola do FC Porto com o nome de Slash
uma boa surpresa: uma versão de Communication breakdown, dos Led Zeppelin (impressionante a forma como Slash executou o solo por trás das costas). Talvez tenha sido esta a maneira encontrada pelo músico para justificar a desinspiração que revela no seu disco a solo, enquanto compositor: já não há riffs memoráveis no mercado, porque Jimmy Page, fundador dos lendários britânicos, já os inventou todos.




Luciana Abreu e Yannick Djaló só aceitam falar sobre o romance a troco de dinheiro. O CM pretendeu uma entrevista com o casal sobre o momento que estão a viver e, através de e-mail, a assistente da actriz fez saber que só por 25 mil euros, mais oferta a definir pelos próprios, seria possível uma entrevista conjunta dada 'por e-mail e publicada na íntegra'.

A gripe A H1N1 tem "um risco pequeno" para a saúde, podendo a sua principal consequência ser "um grande absentismo no trabalho", afirmou hoje o coordenador da Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN).
Ah, pois...morrerem tudo bem, agora faltar ao trabalho é que é capaz de ser mais chato. Oh chefe, veja lá se me faz o jeitinho, eu sei que a sua esposa morreu e tal, e você está com sintomas, mas tente não faltar muitos dias.

O maior banco espanhol, o Santander, e a maior caixa de aforro do país, a Caja Madrid, criaram uma linha de crédito para que o Real Madrid possa financiar as contratações milionárias de Cristiano Ronaldo e Kaká.
Segundo o jornal Expansion, trata-se de um apoio financeiro de 150 milhões de euros para que Florentino Pérez possa pagar os 94 milhões de Cristiano Ronaldo ao Manchester e os 65 milhões de Kaká ao AC Milan.
Cada uma das duas entidades financeiras concederá 75 milhões de euros ao clube madrileno.
De referir que esta nova linha de crédito se soma a um aval de 60 milhões de euros que a La Caixa (Barcelona) já tinha concedido a Florentino Pérez para que este apresentasse a sua candidatura à presidência ao clube.
As contratações de Cristiano Ronaldo e Káka, que têm suscitado amplo debate pelo seu valor, inserem-se num plano de contratações mais amplo de Florentino Pérez, que terá um orçamento de 300 milhões de euros para "comprar" jogadores para o Real Madrid.
«São somas astronómicas. Se juntarmos este número com o que o Real pagou por Kaká (65 milhões de euros), temos uma fonte de inquietação para nós», afirmou Sutcliffe, originário de Manchester e adepto do United.
Para Sutcliffe, e numa altura de crise, estes números não são compreensíveis: «Estas somas fogem, simplesmente, à compreensão da maior parte dos adeptos. Fico inquieto por um pequeno número de clubes ricos estar cada vez mais rico, o que põe em causa o equilíbrio» no futebol.